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Foto Tatiana Sajorato
GTT ESTREIA ESPETÁCULO EM CAPIVARI
29/08/2017 - 20:08 hrs

Poucos grupos no Brasil tem o privilégio de estrear um espetáculo em sua própria casa. Entre esses privilegiados está o GTT – Grupo Teatral Ta´lento que desde 2001, utiliza a sua sede, o teatro da Associação Fábrica das Artes, para mostrar pela primeira vez ao público, suas novas montagens. Nesses 16 anos, o GTT já montou 15 espetáculos. Catorze deles estrearam no Fábrica. Apenas um, “Operários”, estreou fora do Fábrica, pois tinha como proposta ser apresentado na rua. A estreia aconteceu no dia primeiro de julho de 2007, na feira livre do Bairro Antonio Zanaga.

Dez anos depois o grupo realiza novamente uma estreia fora do Fábrica e desta vez, fora de Americana. O Palhaço sou eu, nova montagem do GTT será apresentado pela primeira vez ao público no próximo sábado, 02 de setembro, as 19h30 na cidade de Capivari, no anfiteatro da Casa do Advogado – Rua Dr. João A Stein 262.

Carlos Justi, diretor do espetáculo comenta que a estreia fora de Americana não foi planejada. “O espetáculo foi concebido para ser apresentado em locais alternativos. A ideia era apresenta-lo no centro de Americana, na rua, porem um convite de Rogério Alves, ex Secretário de Cultura de Capivari e meu amigo pessoal desencadeou a mudança de planos e acabamos abraçando a proposta de levar o espetáculo primeiro para outra cidade e depois aqui.” A apresentação em Americana não tem data definida, mas deve acontecer em outubro, pois o GTT estará em temporada no mês de setembro com o outro espetáculo da companhia, o Viva a Revolução.

O Espetáculo
Partindo da ideia de que todos tem um palhaço dentro de si, o GTT – Grupo Teatral Ta´lento, mantenedor do Espaço Fábrica das Artes, reuniu três atores com envolvimento na pesquisa de clown para um desafio: Mostrar que o palhaço que existe em cada um pode responder a estímulos e surgir em situações divertidas com sutileza e graça.

O espetáculo é composto por 7 cenas e infinitas possibilidades, como um mosaico que vai se formando a partir da interação entre os atores e o público. A base do espetáculo são gags circenses clássicas e cenas criadas pelos atores, com o propósito único de entretenimento.

Sinopse
Em “O Palhaço sou eu”, três atores palhaços se revezam em cenas divertidas a partir de clássicas gags circenses. Situações embaraçosas do cotidiano são abordadas como o medo de se expor em público, a “esperteza” do ingênuo, as mancadas do desastrado, a mágica pela ótica do palhaço, entre outras.

O processo
Fortemente influenciado pelo circo em sua trajetória profissional o diretor Carlos Justi propôs ao grupo um espetáculo modulado, que pudesse atender todas as possibilidades de apresentações, tanto de espaços/ ambientes como de tempo de duração. O objetivo é ter um espetáculo que possa ser levado para diferentes lugares, podendo ser de 10 minutos a uma hora de duração, de acordo com o número de cenas disponibilizadas na apresentação.

Com o uso da máscara neutra e pesquisa de gags circenses o grupo desenvolveu inúmeros exercícios e jogos, em busca do palhaço de cada um dos três atores. A experiência do trio no teatro convencional não foi desprezada, ao contrário, foi agregada ao processo, de forma a potencializar as ações dramáticas em busca do riso, a partir do ridículo de cada um e das situações criadas.

Ficha Técnica
O Palhaço sou eu
Dramaturgia – O Grupo
Direção – Carlos Justi
Elenco - Carlos Eduardo Nascimento, Elliot Souza e Ellis Almeida
Cenografia – Elliot Souza
Figurinos - Carlos Eduardo Nascimento
Sonoplastia – Carlos Justi e Carlos E Nascimento
Lona Picadeiro - Sandro Volpini
Fotografia – Tatiana Sajorato
Produção – GTT / Fábrica das Artes


Fonte:
Fábrica das Artes