Elliott de Souza

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Elliott Otuka de Souza
Ator / Diretor
36 anos (27/09/1983)

elliott@fabricadasartes.art.br

Formado em Administração de Empresas pela Faculdade de Americana, iniciou no teatro em 2012 no Curso Livre do Fábrica das Artes. Sob a orientação de Otávio Dellaneza, viveu o personagem “Grão Sonhador” no espetáculo “O Pequenino Grão de Areia”, adaptação da obra de João Falcão.

Após um hiato de dois anos, retornou aos palcos novamente através do Curso Livre do Fábrica das Artes. Desta vez sob a orientação de Marcelo Porqueres, atuou na Mostra Medial de Alunos com o espetáculo “Aquele que diz SIM, Aquele que diz NÃO”, belíssimo texto de Beltord Brecht. Ainda em 2015, deu vida ao personagem “Atílio Roncheto” no espetáculo “Cala a Boca Já Morreu”, adaptação da obra de Luís Alberto de Abreu.

O que era apenas um passatempo acabou virando trabalho após o convite para integrar o Grupo Teatral Ta’Lento no final de 2015.

Pelo GTT, atuou no espetáculo “Viva a Revolução!” com o personagem “Coronel Marruá”. O espetáculo, adaptação da obra “Burundanga” de Luís Alberto de Abreu, teve direção de Marcelo Porqueres e foi apresentada entre os anos de 2016 e 2017.

Ainda em 2017, atuou em uma cena fragmentada da obra “A Lição”, de Eugene Ionesco, no “Estudo Sobre Teatro do Absurdo”, apresentado na Casa de Cultura Herman Muller sob direção de Marcelo Porqueres. Declamou o poema “Ode a Lulu”, de autoria de Moacir Romero, na abertura do evento Juca Jazz 2017, no Teatro Municipal Lulu Benecase. Participou como ator na campanha do Refis da cidade de Santa Bárbara D’Oeste junto com outros atores do GTT. Participou do episódio “Bandeira”, do canal “Entrudos”, com texto e direção de Cícero Edno. E finalmente, estreou como “Palhaço Fofoca” no espetáculo circense “O Palhaço Sou Eu”, sob direção de Carlos Justi.

Em 2018, atuou no espetáculo “Ninguém Sai”, composto de várias cenas baseadas em crônicas de Luis Fernando Veríssimo, sob direção de Marcelo Porqueres.

Em 2019, a vontade de sair dos palcos e experimentar a direção virou realidade. Dirigiu o espetáculo “O Inferno São os Outros”, assinando também a adaptação da obra “Entre Quatro Paredes”, de Jean-Paul Sartre. O espetáculo também tem um marco histórico, sendo o 20º do GTT.

Atualmente permanece atuando no espetáculo circense “O Palhaço Sou Eu”, dirigindo “O Inferno São os Outros” e preparando-se para atuar no próximo espetáculo do GTT!

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