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domingo, 28 novembro, 2021
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O Fantasma da Roça – Estréia

O FANTASMA DA ROÇA – GTT resgata um grande sucesso para comemorar 25 anos de história.

Grupo estreia no dia 20 de novembro a comédia “O Fantasma da Roça”, remontagem que consagrou o grupo no final do século passado.

Um dos maiores sucessos do GTT – Grupo Teatral Ta’lento está de volta ao palco, em comemoração aos 25 anos da companhia. Estreia no dia 20 de novembro, às 20 horas no Fábrica das Artes “O Fantasma da Roça”, comédia caipira de grande sucesso no final dos anos 1990 e início dos anos 2000, que ressurge com novo elenco e nova montagem.

O espetáculo faz parte das comemorações aos 25 anos do GTT, ocorrido em 2020, e os 20 anos do Espaço Fábrica das Artes, em 2021. As apresentações acontecem em dois fins de semanas, nos dias 20,21, 27 e 28 de novembro – sábados, às 20h e domingos, às 19h no Fábrica das Artes – Rua Dr Cícero Jones 146 – Americana. Os ingressos são limitados e  gratuitos e devem ser reservados com a produção do espetáculo. 

Devido a pandemia de Coronavírus, o número de ingressos está limitado a 60% da capacidade do Fábrica, garantindo o distanciamento necessário para a segurança do público. É obrigatório o uso de máscara durante o espetáculo e após o início da sessão, não será permitida a entrada do público.

A HISTÓRIA

O ano era 1995. O Local, o Anfiteatro do Colégio João XXIII em Americana. A partir da fusão de dois grupos de alunos (Pé Preto e Arte e Expressão), nascia no dia 15 de março a primeira formação do que viria a ser o atual Grupo Teatral Ta’lento, tendo como fundadores Marcelo Porqueres e Juliana Gobbo. Cinco meses depois, a convite dos fundadores, juntava-se ao grupo o diretor Carlos Justi, que desejava batizar o grupo com uma expressão que desse duplo sentido, inspirado pelo Grupo AtorMentado, que passou por Americana naquele ano. Depois de muitas pesquisas e cansados de procurar um nome, o diretor inconformado disse “O Grupo está lento para decidir isso”. Imediatamente veio a ideia: Grupo Teatral Ta’lento. De ter talento, e de estar lento. Anos depois o grupo incorporou a sigla GTT, como é conhecido atualmente.

O Fantasma da Roça, escrito pelo diretor Carlos Justi, foi o primeiro texto encenado pelo Grupo. A montagem ocorreu em 1997 e levava o nome de “Atrapalhando os Atrapalhados”. Com essa montagem o grupo pisou pela primeira vez o palco do teatro Municipal de Americana numa mostra local, organizada pelo antigo DECET – Departamento de Esportes, Cultura e Turismo de Americana. 

Ainda sob o teto do João XXIII o grupo montou um dos maiores espetáculos da companhia, o premiado “O Julgamento”, baseado no texto de Heiner Muller, e, posteriormente, Édipo Rei, de Sófocles, que viria a ser o primeiro espetáculo apresentado no Fábrica das Artes, inaugurando o espaço em junho de 2001, permanecendo por um mês em cartaz e tornando-se o primeiro espetáculo a fazer uma temporada na cidade com 8 apresentações.  

Dois anos depois, em 2003, o GTT revisita o texto de Justi e monta pela segunda vez o agora rebatizado “O Fantasma da Roça”. Com um elenco primoroso, se tornou o espetáculo recordista de público da companhia e conquistou o prêmio de ator Coadjuvante (Sila Lisboa) e indicação de melhor texto original (Carlos Justi) no Festival de Teatro de Santa Bárbara d’Oeste em 2003. 

A MONTAGEM

Desde o início de 2020 o grupo planejava resgatar de seu portfólio uma  montagem de sucesso como forma de festejar os 25 anos da companhia e os 20 anos do Fábrica, revivendo parte de sua história. A ideia era produzir o espetáculo em 2020, ano das bodas de prata do GTT, mas a pandemia tratou de adiar os planos, que só foram possíveis este ano com a possibilidade de retomada das atividades presenciais. Vale destacar que o grupo foi contemplado no final de 2020 com uma verba proveniente da Lei Aldir Blanc (lei 14.017 de 29 de junho de 2020, que dispõe sobre ações emergenciais destinadas ao setor cultural a serem adotadas durante o estado de calamidade pública, provocadas pela pandemia de Coronavírus), que permitiu custear parte das despesas de produção do espetáculo.

Do atual elenco do GTT, ninguém conhecia o texto O Fantasma da roça, nem tinha visto a montagem anterior. Coube ao autor do texto sugerir a ideia. Os primeiros a terem contato com a obra foram Carlos Eduardo Nascimento e Elliott de Souza, que após a leitura, encorajaram o diretor a seguir com o projeto. A partir daí o grupo foi acionado e bastou uma leitura coletiva para que todos tivessem a certeza de que seria a melhor escolha. 

A opção pelo texto está vinculado a dois objetivos: primeiro, o retorno ao passado com um espetáculo de sucesso; depois, ser um espetáculo de comédia. “Desde o princípio queríamos voltar ao palco com algo leve, descontraído, divertido, que fizesse o público esquecer por uma hora, toda a tristeza e angústia provocada pela pandemia”, revela Carlos Justi, autor e diretor do espetáculo. 

SINOPSE

O espetáculo conta a história de Babussa, neta do coronel Braulio que, influenciada pela solteirona Nezita, decide fazer uma simpatia para arranjar casamento. Braulio, descontente com o namoro da neta, ordena que dois empregados da fazenda vigiem a moça. São as peripécias desses dois capangas matutos e metidos a espertos que acabam atraindo “O Fantasma da Roça”.

FICHA TÉCNICA

Texto e direção: Carlos Justi
Iluminação: André Favarini
Trilha sonora original: Valterci de Moura – Hulkinho
Figurinos: O Grupo
Maquiagem: Tatiana Sajorato
Cenografia: Carlos Justi
Fotografia: Tatiana Sajorato
Designer Gráfico: Carlos Eduardo Nascimento

Elenco

Maria Carolina Schiavon: Babussa
Nathan Pennacchioni: Coronel Braulio
Cadu Nascimento: Nicolino
Elliott de Souza: Cameloti
Allan Gatti: Rufino
Tatiane Sajorato: Nezita
Nicolas de Souza: Chico
Sabrina Silva: Velha

SERVIÇO

O Fantasma da Roça – Comédia Livre – 60 minutos
Texto e direção; Carlos Justi
20, 21, 27 e 28 novembro/21 – Sáb 20h / Dom 19h

Ingressos limitados – Gratuitos

Informações e reserva de ingressos @grupoteatraltalento
Fábrica das Artes – Rua Dr Cícero Jones 146 – Americana

Projeto realizado com recursos da Lei Aldir Blanc, por meio da Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo e Prefeitura Municipal de Americana”

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