FÁBRICA PREPARA RETOMADA DAS ATIVIDADES PRESENCIAIS

Depois de 21 meses fechado por conta da pandemia de Coronavirus, Fábrica retoma atividades presenciais em outubro de 2021

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Ainda de forma tímida, o Fábrica das Artes prepara para o mês de outubro de 2021 a retomada das atividades presencias no espaço. Uma reunião da diretoria do Fábrica na última semana definiu os critérios para receber o público em atividades artísticas, que estão paralisadas desde o início da pandemia em março de 2020.

Fachada do Fábrica das Artes – Americana Mostra 2018

A primeira atividade aberta ao público será no dia 09 de outubro, um sábado a noite, e será comandada pelo GTT – Grupo Teatral Ta’lento, mantenedor do Espaço Fábrica das Artes. Ainda não está definido o que será apresentado ao público, nem qual público estará presente. A ideia é que a atividade conte com a presença de todos os membros do Grupo que se sentirem seguros,  além de convidados (representantes de outros grupos, e pessoas significativas para o espaço), respeitando-se o limite de pessoas que o plano municipal determina, observando-se o distanciamento necessário, uso de máscaras, disponibilização de álcool em gel e medidor de temperatura.

Veja também: Fábrica oferece oficina para Atuação em espaços alternativos.

A partir de 16 de outubro o Fábrica estará disponível para grupos parceiros ocuparem o espaço, observando-se os critérios de segurança impostos pelas autoridades municipais, e respeitando-se a ordem de inscrições definidas por um edital criado pela entidade, para selecionar grupos parceiros na ocupação do Fábrica.

O Fábrica tem recebido consultas frequentes de grupos e artistas, da cidade e região, interessados em utilizar o espaço ainda em 2021. O próprio GTT deverá ocupar a agenda do espaço com o seu novo espetáculo, a comédia Caipira O Fantasma da Roça, que está sendo remontada para comemorar os 25 anos da companhia e os 20 anos do Fábrica. A estreia está prevista para novembro de 2021.

“Ainda não há segurança necessária para a reabertura completa do Fábrica e de nenhum ambiente com presença de público, mas isso tem que acontecer em algum momento, ainda que de forma gradual, para que se tenha a garantia da sobrevivência, não somente do espaço, mas da arte como um todo”, revela Carlos Justi, atual presidente da Associação Fábrica das Artes.

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